Boa iniciativa!

Incentivar a leitura não é apenas uma das funções do professor, é, acima de tudo, a demonstração de um ato de respeito e cidadania.

O Banco Itaú está com uma iniciativa de valorização da leitura para crianças. Cabe a cada cidadão fazer a sua parte e reconhecer que se cada um fizer um pouquinho, grandes transformações poderão acontecer. Não custa nada. Basta clicar no link abaixo, preencher o formulário e receber um livro infantil em sua casa. Depois, convide algumas crianças e exerça o seu lado de contador de histórias! Boas leituras!

Eu já preenchi! Só falta você!

http://www.lerfazcrescer.com.br/

Exemplo de escola!

Gente, recebi esses links e gostaria de dividir com vocês. Fiquei muito feliz e cheia de esperança ao ler esse essas reportagens. Acho importante ficarmos atentos também ao que acontece de bom na educação pública, que é tão carente e marginalizada.

Com essa escola, a história é outra!

http://www.abril.com.br/noticias/educacao/escola-municipal-fica-primeiro-lugar-indice-ideb-rio-576351.shtml

http://blogs.d24am.com/linguaeletra/2010/08/02/ideb/

Professor que ensina melhor, pode ter prêmio

Os professores da educação básica das redes públicas municipal, estadual e federal podem passar a receber um adicional em seus salários, se conseguirem fazer com que seus alunos aprendam mais. É o que prevê um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional e que deve ser votado em caráter terminativo na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, ainda neste mês. Se aprovada, a proposta segue para a apreciação da Câmara dos Deputados.  O que você acha disso? Leia mais em: http://www.cristovam.org.br/portal2/index.php?option=com_content&view=article&id=3805:professor-que-ensina-melhor-pode-ter-premio&catid=28&Itemid=100074

7º Congresso Internacional de Educação (parte 2)

Sempre tive muita admiração pelo professor e filósofo Mário Sergio Cortela  – São Paulo, não só pelos livros que escreveu, mas por sua vida política e por ter trabalhado por 17 anos com Paulo Freire. Fez uma conferência tocante em relação à obra do professor. O tema da conferência foi: Qual a tua obra? Inquietações propositivas sobre gestão, liderança e ética.

Iniciou a sua fala ressaltando que todo educador precisa ter coragem para continuar a sua obra. Mostrou, através de uma perfeita oratória, como o trabalho do professor precisa ser munido de coragem, esperança, audácia e sabedoria. Explicou que a coragem não é a ausência de medo, mas a capacidade de enfrentá-lo. Assim deve ser o professor, capaz de enfrentar o medo e continuar a sua obra. E só tem coragem para continuar a obra o professor que é quente. Professor não pode ser morno, ser morno é ser medíocre. O mesmo acontece com o professor velho. Professor velho está engessado, não tem sensibilidade para entender o novo, é pessimista e acima de tudo um desistente. Há professores velhos e mornos de 18, 20, 30… anos. Cortella ressaltou que não se pode confundir professor idoso com professor velho. A jovialidade está na alma, na busca constantante, no encantamento com o novo.

Tenho certeza que muitas pessoas saíram da conferência com algumas dúvidas a respeito da prática da sala de aula.

Antonio Nóvoa – Portugal, enriqueceu o nosso dia com a conferência: Professores competentes e a escola de qualidade.

Iniciou sua fala  com  um discurso voltado para a explicação relacionada à Escola Nova e às mudanças necessárias para transformar a educação. Definiu os quatro aspectos que fazem parte do patrimônio pedagógico do século XXI que nada mais é que a identidade dos professores. A relevância da introdução desses quatro temas surgiu da necessidade da escola em ter essas práticas concretizadas. Os quatro  aspectos que surgiram com a Escola Nova vieram para reforçar que o aluno é o mais importante no processo de ensino aprendizagem que a escola ativa, voltada para o movimento, fazia com que os alunos aprendessem mais, um outro item discutido foi em relação à autonomia dos alunos que precisavam resolver os problemas sozinhos, pois eram capazes para isso e o último aspecto destacado por Nóvoa foi em relação à educação integral do ponto de vista cognitivo, ético, emocional, psicológico, afetivo e social.

Nóvoa falou da importância de uma revolução na educação, aquele modelo de escola ativa não mais caberia na sociedade que se formava.  Com o passar do tempo, essa mesma sociedade pede que a  escola deixe, então, de ser ativa para se tornar reflexiva. O aluno deixa de ser o centro do processo e o conhecimento ocupa esse espaço, a autonomia dos alunos é trocada pelo diálogo diversificado, pois se faz importante instaurar as regras de diálogo e da diversidade na sala de aula. A educação integral, tão valorizada na Escola Nova, sociedade de 100 anos atrás, é substituída por um espaço público de educação. A escola continua tendo o lugar, mas não ocupa todos os lugares.

Nóvoa ainda falou que o professor tem a função de fazer com que a criança goste do que não gostava, o objetivo do professor, não é agradar a criança, mas fazer com que adquiram conhecimentos e habilidades que não tinham antes. É imprescindível que o professor preste atenção na criança que não quer aprender. Encerrou a conferência com um pensamento de Alain.

” O difícil é conduzir os homens a agradarem-se, no fim, com aquilo que no princípio não lhes agradava nada” (Alain)

Para encerrar o dia, Eduardo Shinyashiki  – São Paulo, falou sobre a arte de conviver e aprender e quais os caminhos do conhecimento.

Confesso que iniciei a palestra escrevendo tudo o que via no telão, escrevi que a Epigenética estuda como o meio interno e externo interferem no indivíduo e mostra a grande capacidade que temos de nos adaptar… mas logo percebi que estava perdendo o melhor da conferência, estava perdendo justamente a relação! É característica do Eduardo fazer encontros assim, cheios de movimentos. Falou sobre a importância de vivermos o agora, aprendermos com o outro, respeitarmos o outro, pois com a convivência aprendemos mais, com a troca nos reinventamos e vencemos barreiras. Alguns vídeos e histórias de vida fizeram parte desse gostoso encontro.

7º Congresso Internacional de Educação (parte 1)

Oi pessoal! Estou aproveitando as férias de meio de ano para passear, acordar tarde sem peso na consciência, ler os livros que sempre quis, mas que não tinha tempo, ficar horas ao telefone conversando com amigos queridos que  moram longe e é claro, para estudar também.

Estou participando do 7º Congresso Internacional de Educação no Estado do Rio de Janeiro. É a quarta vez que participo e sempre saio das palestras e cursos muito satisfeita, cheia de ideias! Minha amiga, Flávia Lino foi uma ótima companhia, pois discutimos sobre os conteúdos apresentados e fizemos uma avaliação a respeito do que foi dito e do trabalho que realizamos. Será um congresso de três dias e tentarei retratar aqui alguns momentos e descobertas que considerar importantes. 

A primeira palestra foi com a Emília Cipriano de São Paulo, sobre “Formação do educador e sua influência no rendimento do aluno”. Read the rest of this entry

Get Adobe Flash playerPlugin by wpburn.com wordpress themes